Lucy

É muito difícil encontrar informações sobre esta bailarina egípcia, que até hoje faz apresentações no Cabaré Parisiana, casa de propriedade do seu marido, no Cairo. Nasceu em uma família humilde e ficou famosa pela dança e por sua carreira de atriz de cinema e televisão.

 

Era muito elegante, com movimentos controlados e técnica bem desenvolvida, influência das aulas de balé clássico que fazia na infância.
Em entrevistas, ela afirma que quando conheceu Naima Akef, Samia Gamal eTahia Carioca, descobriu que a dança ia muito além do que ela imaginava.

 

Foi amarrando um pedaço de tecido em torno do quadril que ela iniciou seu trajeto na dança do ventre. Ela usa os braços e postura alongada, com muitos arabesques. Os movimentos são curtinhos e suaves, independente de serem tremidinhos ou batidas.

 

Segundo o site Albawaba, Lucy se casou aos 16 anos e vive com o mesmo marido até hoje. Para a estrela, a dança não é e nunca será pecado! É uma profissão como qualquer outra e ela não está cometendo nenhum crime. Ela considera 99,9% das bailarinas egípcias respeitáveis e pensa em um dia escrever a sua biografia para mostrar o quão honrada pode ser a vida de uma bailarina. Revelou também que não teme a ascensão islâmica na política, desde que seja para melhorar a vida dos cidadãos. Ela inclusive apoiou a iniciativa do conhecido islâmico Sheikh Hassan, de recolher doações dos egípcios mais abastados para que o Egito não dependesse de nenhum auxílio americano. Então a diva resolveu que doaria todo o faturamento de um dos seus trabalhos na TV, ”Al Basha Walidah” ​​(A mãe de um Pasha) e mais uma quantia extra para colaborar com a causa, e gostaria muito que os países árabes vizinhos também se sensibilizassem! Não tem nenhuma intenção de renunciar a sua carreira para usar o “hijab” (vestimenta islâmica), diz que ainda é muito jovem e tem muito a acrescentar a dança. E quando finalmente decidir parar de dançar, quer abrir a sua própria escola…